terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O novo já nasce velho?




Olha, até tenho outras idéias em mente para postar, e em breve darei continuidade às minhas asneiras de sempre, porém como aqui não é apenas um local pra ficar falando mal dos outros (mentira! rsrs), pretendo dividir e quem sabe até ter o apoio de algum aventureiro filosófico perdido por este mundo de meu God.

Antes de tudo, pretendo deixar devidamente claro que eu não sou noveleiro, apenas tenho leves contatos geradores de audiência em no máximo quatro oportunidades ao dia, das 18h até as 22:20h, nada mais que isso, até porque tenho que ter vida social diurna, noturna, e por aí vai... então por favor, "quebrem esse galho". Façam o seguinte, ajustem suas cadeiras e vamos de fato ao que interessa.

Nessas experiências sobre as tais "soap operas" tupiniquins, notei o esforço da emissora de maior expressão no ramo, em ficar constantemente trocando as roupagens de seus enredos cíclicos, dignos de um troféu "Ctrl+C, Ctrl+V", mas este não é o assunto da pauta, portanto, sigamos. Pensem nas trilhas sonoras, as mais tocadas, ás vezes até exaustivamente. Sendo até um pouco mais específico, vamos nos ater às REtocadas.

Sério!, não precisa ser um Stephen Hawking e reparar que ao se abrir um álbum temático musical dessas novelas em cartaz, nota-se muita gente boa, com músicas de qualidade, mas quem dera todos os materiais fossem assim... Deve existir um comitê dedicado à "desqualidade" estreitamente compromissado em deixar o produto final não tão bom o quanto poderia.



Amo música, e sei bem da inegável, imensa e ininterrupta contribuição de artistas e compositores do passado em criar suas obras e fazerem de muitas delas hits merecedores de várias homenagens ao longo dos tempos, porém (Ah porém. #D2Feelings hehehe) tem muita gente boa e de qualidade por aí meu povo, todos merecem seu lugar ao sol, nem que seja por quatro minutos, não só cantores e bandas, mas nossos ouvidos também. Só pra começar a se ter noção, temos nossos regionais já com sua presença no mercado nacional como Lia Sophia, Gaby Amarantos, só pra não me estender muito, ainda existem os nacionais também como Jay Vaquer (que está vindo à Belém), Tulipa Ruiz, Móveis Coloniais de Acaju (que já vieram),  nosso bom e experiente Nando Reis e por aí vai. Por qual motivo esse pessoal não tem o apoio necessário, se o lance é o capitalismo, com esse time musical todo mundo ganha, ou alguém discorda?



Sou a favor daquela frase clichê que diz "Os clássicos nunca morrem", contudo por que não criar novos clássicos? A TV tá aí pra isso, vamos inserir novos sons e assim carinhar nossos tímpanos, é tanta coisa ruim que temos contato todos os dias então vamos falar de música, vamos ouvir mais música, vamos conhecer mais sobre música, o passado tem todo o seu valor, mas chega de ficar REtocando o que todo mundo já sabe que é bom e passarmos a ouvir o que ainda temos a descobrir como o novo bom.

Bem, o lance sorte cultural musical futura está lançada, vamos acompanhar.

Autor: Luiz Alex Fotos: web

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